sábado, 15 de setembro de 2012

Café

Eis que no prelúdio da manhã, aquelas mãos calejadas passavam lentamente o café. Água fervida na chaleira que apitava como uma sirene, pano de prato entre a mão e a alça, movimento ascendente do braço, inclinação delicada e o bico quase toca o pano tingido do coador. Sobe aquela bruma perfumada. Eis o despertador da alvorada.

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